The Walkman Project

dezembro 19, 2007

Estava lendo a Newz da F.biz, um boletim da agência que traz cases tanto do meio digital quanto de fora dele.

Encontrei um case da Sony, super interessante, onde eles fizeram uma música e convidam você a regravar no estilo que desejar, utilizando os instrumentos que desejar. Você pode ainda misturar sua versão com a gravada por outra pessoa. O objetivo da ação é divulgar a última versão do Walkman. Segue a nota da F.biz na íntegra.

“Projeto Walkman – Sony

The Walkman Project da Sony, ação para promover a última versão de seu clássico player, começou com um filme em que quase 200 músicos foram chamados para tocar apenas uma nota cada um e, assim, compor uma música inusitada (peça grandiosa e cara, nos moldes dos filmes para a TV Bravia). Inspirado no mesmo conceito, o projeto convida os visitantes a enviarem suas versões para esta melodia composta de várias “notas únicas”.

Você pode regravá-la tocando de verdade, utilizando versões disponíveis no site, ou ainda, usando alguns dos instrumentos à disposição. Vale mandar beat box, tocar sax, o que quiser – o importante é criar uma versão nova e diferente.”

Fonte: Agência F.biz

Anúncios

RadarCultura

dezembro 17, 2007

“Um site feito pelos internautas e um programa de rádio que só toca o que o site pedir. Esta é a idéia do RadarCultura”. Acabou de sair do forno… foi lançado agora a pouco. Vale a pena conhecer!

O projeto está bem no início, mas está aí uma idéia muito bacana para conhecermos novos livros e autores (e por quê não, pessoas com as mesmas afinidades literárias que você?). Achei interessante a proposta da 22books (http://www.22books.com), resta-nos participar e ver se vai vingar; você se cadastra e cria sua própria lista de “livros favoritos”, ou encontra no site uma série de listas já montadas por outros usuários.

Não existem muitas listas publicadas, mas potencial para virar uma “ferramenta mix” de mecanismo de busca, rede social e recomendação de usuários, ah, isso já tem. Já existem listas de “livros que mudaram minha vida” a “os melhores livros de webdesign”. Bom, vale a pena conhecer (uma versão tupiniquim seria bem legal heim?)

Clique aqui e acesse a lista que eu montei, das minhas recomendações.

Você já acordou um dia com aquela vontade louca de saber como as pessoas navegam/se comportam em seu site sem ter que contratar um teste de usabilidade?

Seus problemas acabaram (ao menos em partes)! O Click Tale (http://www.clicktale.com/) é um site/serviço de análise  que grava as ações dos usuários em seu site.

A configuração é muito simples, basta adicionar um javascript nas páginas de seu site e ele gera vídeos das ações dos seus usuários.  Você pode configurar a quantidade de usuários que você quer que o sistema grave, para que você possa fazer as devidas análises.

Na versão “free” são gravadas até 100 navegações por semana ou se preferir, você pode escolher uma das opções pagas.

Vale a pena conferir!

Vejam isso…

Um estudante de 18 anos, Nick Haley, criou um vídeo (comercial) para anunciar o iPod Touch e jogou no YouTube. O vídeo gerou milhares e milhares de views e comentários. Conclusão: o marketing da Apple pediu para sua agência, a TBWA, entrar em contato com o estudante para produzir o novo comercial do iPod Touch.

Para criar o comercial o estudante se inspirou na música “Music is My Hot, Hot Sex”, da banda brasileira Cansei de Ser Sexy, que tem um verso que diz: “My music is where I would like you to TOUCH” 😉

Vejam a matéria publicada na revista Meio Digital:
http://tinyurl.com/2uomla

Vejam o vídeo que o estudante criou:
http://tinyurl.com/27dvum

Vejam o comercial da TBWA (são poucas as diferenças entre um e outro, reparem):
http://tinyurl.com/3377fa

User Generated Content

dezembro 13, 2007

Estava lendo esta nota há pouco, sobre um evento do Grupo Meio & Mensagem, que aconteceu na última terça-feira 11/12, onde especialistas da área discutiram sobre o comportamento do consumidor frente a web 2.0. Muito interessante.

“Meio Digital discute o consumidor da nova era
Evento contou com a participação de André Bianchi, do Grupo Estado, Caíque Severo, do iG e Paulo Loeb, da F.biz

Aprender a lidar com o consumidor que está conectado o tempo todo e exerce um poder muito maior na chamada Web 2.0 é o desafio enfrentado pela indústria da comunicação assim como por anunciantes e agências de publicidade. Em debate realizado nesta terça-feira, 11, para o lançamento da terceira edição da revista Meio Digital, do Grupo Meio & Mensagem, profissionais do setor discutiram o que vem sendo chamado de User Generated Content (UGC), ou seja, o internauta como um novo produtor de conteúdo. “Na internet as chances de ser criticado pelos usuários são muito grandes e, por isso, as empresas devem tomar cuidado com seus produtos e com o relacionamento que nutrem com seus consumidores. Motivá-los a participar e interagir com a marca é um caminho irreversível”, comentou Caíque Severo, diretor de conteúdo do Internet Group (iG).

Também participante da mesa de debatedores, André Bianchi, diretor de Estratégias Digitais e Novos Negócios do Grupo Estado, lembrou o recente episódio que causou rusgas entre o grupo e blogueiros brasileiros em razão de uma campanha publicitária mal interpretada. “Estamos em fase de experimentação e sujeitos aos acertos e aos erros. Essa campanha que mencionava os blogueiros gerou uma repercussão negativa, mas com o aprendizado conseguimos lançar com grande sucesso nosso portal jovem”, disse Bianchi em referência ao Limão, projeto que inclui conceitos de redes sociais e conteúdo focado nos jovens e, muitas vezes, produzido pelos próprios visitantes. “Para se ter uma idéia estamos recebendo uma série de emails de pessoas interessadas em entrar para as comunidades do Limão e participar de nossos comerciais”, contou Bianchi, que afirmou ainda enxergar na nova era digital uma gama de oportunidades para se faze também publicidade para nichos de consumidores como forma de otimizar os resultados.

A idéia de segmentar a propaganda e deixar o consumidor interagir ativamente dos processos de comunicação dos anunciantes também foi defendida por Paulo Loeb, diretor de atendimento da F.biz. “A aproximação tem que ser vista de forma positiva pelas empresas e agências. Não é mais possível tentar controlar e muito menos se omitir diante deste cenário. Para manter a boa relação é importante que se ofereça conteúdo mantendo o foco na mensagem que o anunciante quer passar para o mercado e sempre dar retorno aos internautas”, disse Loeb. “Ninguém mais compra qualquer produto ou qualquer idéia. É preciso entregar o que se propõe sempre e entender quem está do outro lado da rede”, finalizou.”

Fonte: M&M online

A empresa eStara (http://www.estara.com) trabalha com soluções interessantes para interatividade online, mas não estou aqui pra vender o peixe dos caras, o que eu queria mesmo mostrar é uma demo de interatividade mobile que eu achei demais.

Clique aqui para acessar um exemplo de viral da Opel, que utiliza a tecnologia da eStara. Ao acessar essa página, entre com o login “gold” e a senha “demo“. Na tela seguinte, digite seu nome, sobrenome e o número do seu telefone celular.

Utilize o formato internacional para seu telefone, ou seja, +55, o número do DDD de sua região e o número do seu celular. Sendo assim, por exemplo, se o você mora em São Paulo, e o seu celular é 9999-9999, digite: +551199999999.

Interação ao estilo call-me-back; confira esse viral, divirta-se e imagine o mundo de possibilidades de uma ação desse tipo. Será que você resiste não colocar o telefone no ouvido e falar “Alô?”.

Atualização (14/12/2007 – 17:47):

É pessoal, foi bom enquanto durou… pelo visto mudaram a senha de acesso. Se alguém descobrir uma nova, por favor, passem para podermos publicar e atualizar o post 😉