A experiência online do ‘eu-usuário’ numa viagem

fevereiro 6, 2008

Parte 1: Férias

Na virada do ano consegui – depois de muito tempo – tirar férias, e o desejo é claro, era de viajar. Eu e minha namorada topamos fazer uma viagem mais ‘light’ – leia-se ‘econômica’ – e assim começamos a nossa busca por opções.

Como de praxe, corri atrás do Guia 4 Rodas da Editora Abril, um tijolo de folhas de papel, com uns dois quilos de peso, muito bem feito diga-se de passagem, contendo muitas… muitas referências para destinos turísticos e meios de hospedagem no Brasil. Tinha o costume de consultar tal guia desde os tempos de ‘guri’, quando ajudava meu pai a planejar as viagens da família.

Buscamos por cidades que encontravam-se dentro daquela referida faixa-categoria ‘light’, e optamos por uma – pequena, pacata, bem longe daquilo que vivemos no nosso dia-a-dia – no interior de Minas Gerais. Até aí nada online certo? Bem, mais ou menos isso; todas, ou pelo menos a maioria das pousadas daquela pequena cidade longe de tudo… tinham um site, sites simples devo reforçar, nada produzido por uma empresa de renome ou que tenha passado por um grande processo de planejamento e desenvolvimento.

Parte 2: Viva os ‘embeds’!

Em linhas gerais, as páginas seguiam o esquema: ‘home’, ‘quem somos’, ‘apartamentos’, ‘lazer’, ‘alimentação’, ‘pacotes’, ‘como chegar’ e ‘contatos’, porém durante essa pesquisa notamos como as ferramentas online gratuítas podem auxiliar e reforçar as vendas (ou reservas, neste caso) enfim, como podem ajudar a promover um produto ou serviço.

A maioria dos sites visitados dispunham não somente de álbum de fotos da infra-estrutura do local, mas também de vídeos de apresentação. Me lembrei por um instante do tempo em que disponibilizar vídeos – por mais simples que fossem – num site causavam uma dorzinha de cabeça chata de ser resolvida.

Os desenvolvedores hoje, pelo menos naqueles casos – onde é visível a questão ‘redução de custo para a produção do site’, simplesmente inseriram o vídeo-apresentação no YouTube e disponibilizaram o ‘embed’ desse no site da pousada e problema resolvido – confesso que o vídeo foi um diferencial na escolha que fizemos.

Parte 3: Alô?

Outro elemento interessante que pudemos conferir – e aplicar efetivamente nessa situação – foi o uso do Skype; as páginas tinham como forma de contato-rápido, uma chamada para o serviço – fizemos as confirmações de reserva utilizando o canal. Engraçado e curioso como a ferramenta caiu tão bem para esse tipo de aplicação. Contato rápido, direto…

Parte 4: Mas e o resto?

Diante isso pensei que outras ferramentas também poderiam ser aplicadas para o apoio na divulgação de um produto ou serviço; por quê os sites das pousadas, por exemplo, também não utilizaram o Flickr para abrigar álbuns de fotos, blogs para narrar o dia-a-dia de grupos de hóspedes, eventos, fatos curiosos para serem compartilhados, mapas de localização e formas de acesso através do Google Maps e comunidades onde hospedes, ex-hospedes, funcionários, enfim, um ambiente de relacionamento entre aqueles que conviveram/convivem na pousada?

Fica aqui a idéia de como ferramentas gratuítas, disponíveis na rede, podem agregar ao nosso/seu negócio. E você, tem alguma idéia de como poderíamos melhorar a divulgação de um serviço ou produto usando ferramentas online/livres, disponíveis na rede?

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